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34ª Festa Nacional do Peixe vem aí com uma programação repleta de atraçõe

A 34ª Festa Nacional do Peixe vem aí com uma programação repleta de atrações para todos os públicos. De 25 de junho a 19 de julho, Tramandaí será palco de grandes shows, cultura, gastronomia, feira comercial, entretenimento e momentos inesquecíveis para toda a família, no Parque Municipal de Eventos. Serão mais de 40 atrações entre shows nacionais, regionais e locais, celebrando a tradição e a diversidade cultural em um dos maiores eventos do Rio Grande do Sul. 🎶🎭🍽️ Entre os destaques da programação estão os shows nacionais de Traia Véia, Raimundos, Alan & Aladin, Luma Elpidio, Reação em Cadeia, além dos aguardados espetáculos de Armandinho, Menos é Mais e Ana Castela. 🎟️ Para os shows de Armandinho, Menos é Mais e Ana Castela é necessária a aquisição de ingresso. Garanta já o seu: • Pelo link na bio do Instagram oficial da Festa Nacional do Peixe • Na loja MegaEletrônicos, em Tramandaí • Nas Lojas Lebes da região 📍 Parque Municipal de Eventos – Tramandaí/RS 📅 De 25 de junho ...

Nostalgia: Qual era o nome do dono desse boteco?

Nostalgia: Qual era o nome do dono desse boteco?

Durante a pandemia, uma imagem ganhou grande destaque, inspirando inúmeros memes. Entre os mais populares estavam frases como "se você já comprou num lugar desses, você está no grupo de risco" e "Qual era o nome do dono desse lugar?".

Embora eu não esteja no grupo de risco, passei grande parte da minha vida comprando em um estabelecimento muito parecido com aquele da imagem. O dono era o simpático Seu Adelino Rech. Toda vez que vejo essa imagem, sou imediatamente transportado de volta para sua loja.

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Seu Adelino e sua esposa atendiam das 6 da manhã até a meia-noite, todos os dias, sem fechar ao meio-dia. E se por acaso a loja estivesse fechada, bastava bater na janelinha no fundo que eles vinham atender com a mesma cordialidade de sempre.

Ah, que saudade desse tempo. Embora os preços fossem um pouco mais altos do que em outros lugares, a conveniência e o atendimento familiar compensavam. Naquela loja, parecia que tudo o que você precisava estava sempre à disposição.

Eles vendiam de tudo: pães de quarto e meio quilo, balas de goma, panelas, parafusos, cintos, perfumes como o clássico Alma de Flores, palheiros e uma infinidade de outros itens.

Atualmente, seu Adelino e dona Lurdes já estão falecidos e quem toca o comércio familiar é sua filha. Nunca mais estive lá e não sei se continua com a mesma cara, mas até uns 15 anos atrás o Mercado Rech tinha exatamente esta aparência.

Próximo dali, na mesma quadra, mas um pouco mais distante da minha casa, estava o Tio Guta, que também tinha um mercado das antigas. Era possível encontrar de tudo, e o melhor (ou não) era que podíamos comprar os produtos à granel. Quer uma xícara de arroz? Temos. Um punhado de milho? Pesamos. Hoje, o local onde ficava o Mercado Guta não tem mais nada; colocaram o prédio no chão.

Aos poucos, prédio por prédio, construção por construção, Tramandaí vai se modificando e se transformando em uma outra cidade. É triste ver esses pontos de referência desaparecerem, mas também é um lembrete de como as cidades e as comunidades evoluem com o tempo. A memória dessas lojas e de seus donos, como Seu Adelino Rech e Tio Guta, continua viva, guardada no coração daqueles que tiveram o privilégio de vivenciar essa época.

Lembrar desses lugares é relembrar uma época em que o comércio local era mais do que uma simples transação; era uma experiência comunitária, onde o cliente se sentia parte de uma grande família. A loja do Seu Adelino e o mercado do Tio Guta eram verdadeiros pontos de encontro, onde a nostalgia e a saudade se misturam com as memórias de um atendimento caloroso e uma conveniência inigualável.

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